É praticamente impossível ignorar a enxurrada de informações que vieram à tona recentemente, revelando verdades que antes eram consideradas meras "teorias da conspiração". Fatos chocantes sobre pedofilia, tráfico humano, rituais sombrios, e até mesmo experimentos genéticos e de clonagem, compõem um cenário que muitos descrevem como um verdadeiro "circo dos horrores".
Meu propósito aqui é lançar luz sobre este cenário complexo que se instalou nas redes sociais, gerando uma gama de emoções intensas como comoção, raiva e repulsa. O primeiro ponto crucial é a gestão da sua energia. É fundamental não se deixar consumir pelas imagens e informações perturbadoras. Ao focar excessivamente nessas narrativas, corremos o risco de baixar nossa própria vibração energética e imunidade, nos alinhando com a frequência dessas atrocidades. Ao fazer isso, inadvertidamente, fortalecemos essa egrégora de baixa vibração. É importante questionar se este não seria, de fato, um dos objetivos por trás da exposição massiva desses temas neste momento.
Este é um submundo onde a humanidade parece ter sido eclipsada, e indivíduos se tornam instrumentos de forças sombrias, vivendo em completa subjugação. O segundo ponto nos convida a uma reflexão profunda sobre a sociedade. Observamos como a coletividade pode se transformar em uma "massa de manobra", onde filmes, desenhos e jogos, apresentados como ficção científica ou fantasia infantil, expõem abertamente horrores que, muitas vezes, são reflexos de uma realidade velada. A complacência em relação ao conteúdo consumido por crianças, desde jogos virtuais a desenhos hipnotizantes, é uma consequência natural de pais já imersos no vício das redes sociais e em um ciclo de consumo desenfreado, buscando alívio rápido em medicamentos que geram dependência.
Percebemos também um sistema que, sob o pretexto de "empoderar" a mulher, busca desequilibrar o "poder" masculino, fomentando a competição entre os gêneros. A intenção parece ser a de descaracterizar as identidades femininas e masculinas, levando o Ser a perder sua essência de gênero. Dessa forma, torna-se mais fácil controlar uma população que, sem saber quem é ou para onde vai, e desconhecendo seu próprio potencial, torna-se dependente de quem está no comando. Como bem diz o adágio: "O melhor escravo é aquele que acredita que é livre."
Meu objetivo primordial é que não direcionemos nossa energia para alimentar essa dinâmica. Em vez disso, convido-os a concentrar sua energia em seu potencial inato, em seu propósito de vida. Acredite no seu poder de fazer a diferença, de construir algo melhor, onde quer que você esteja. Como filhos do Criador, somos capazes de muito mais. Não se deixe abater. Se a sociedade como um todo despertar para esse potencial transformador, o mal poderá ser rapidamente transmutado do nosso planeta.
Acredite e faça a sua parte!
Paz e Luz!!






